HUSSERL, HEIDEGGER E LEVINAS DA (IM)POSSIBILIDADE DA (INTER)SUBJETIVIDADE
TL;DRAbstract
Trata-se de demarcar o contexto esentido fenomenológico geral da sul:Jjetividade emHusserl (Meditações Cartesianas), Heidegger (Sere Tempo) e Levinas (Totalidade e Infinito) desdeseus conceitos fundamentais, verificando asuperação da postura Idealista e das filosofias daconsciência; ao mesmo tempo, verificar as suasinsuficiências e a inserção no contexto da mesmaegologia que se quer criticar, já em nome de umasubjetividade assignada (ética). Pensa-se o inícioda ultrapassagem possível e necessária dentro deuma nova abordagem da questão do sentido da(inter)subjetividade, considerando mesmo afinitude, temporalidade e historicidade. Esteartigo pressupõe a superação da ingenuidade quedesliga a esfera da ética (fundamental**) dagnosiologia e mesmo da ontologia fundamental.
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Trata-se de demarcar o contexto esentido fenomenológico geral da sul:Jjetividade emHusserl (Meditações Cartesianas), Heidegger (Sere Tempo) e Levinas (Totalidade e Infinito) desdeseus conceitos fundamentais, verificando asuperação da postura Idealista e das filosofias daconsciência; ao mesmo tempo, verificar as suasinsuficiências e a inserção no contexto da mesmaegologia que se quer criticar, já em nome de umasubjetividade assignada (ética). Pensa-se o inícioda ultrapassagem possível e necessária dentro deuma nova abordagem da questão do sentido da(inter)subjetividade, considerando mesmo afinitude, temporalidade e historicidade. Esteartigo pressupõe a superação da ingenuidade quedesliga a esfera da ética (fundamental**) dagnosiologia e mesmo da ontologia fundamental.
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