SEVERIDADE DAS OCLUSOPATIAS E FATORES ASSOCIADOS EM ESCOLARES DE 12 ANOS NO MUNICÍPIO DE FEIRA DE SANTANA, BAHIA, 2009
TL;DRAbstract
As oclusopatias ocupam o terceiro lugar entre os problemas bucais de saúde pública e, em determinadas idades, chega a ocupar o segundo lugar. O objetivo deste artigo é investigar o perfil epidemiológico das oclusopatias em escolares de 12 anos do município de Feira de Santana (BA) em 2009, estimando sua prevalência, descrevendo características sociodemográficas, hábitos deletéricos e tipo de respiração dos escolares e investigando possíveis associações. Trata-se de pesquisa caracterizada como inquérito epidemiológico descritivo, observacional, transversal e individual. Utilizou-se o Índice DAI para examinar (examinador e anotador únicos treinados e calibrados) 919 alunos, provenientes de amostragem complexa (conglomerados), representativa para o município. Foram utilizadas medidas descritivas, de frequência, análise bivariada e análise multivariada (regressão logística). Os resultados demonstraram uma prevalência de 53%, sendo 10,1% muito severa/incapacitante; 17,2% severa e 25,7% defi
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As oclusopatias ocupam o terceiro lugar entre os problemas bucais de saúde pública e, em determinadas idades, chega a ocupar o segundo lugar. O objetivo deste artigo é investigar o perfil epidemiológico das oclusopatias em escolares de 12 anos do município de Feira de Santana (BA) em 2009, estimando sua prevalência, descrevendo características sociodemográficas, hábitos deletéricos e tipo de respiração dos escolares e investigando possíveis associações. Trata-se de pesquisa caracterizada como inquérito epidemiológico descritivo, observacional, transversal e individual. Utilizou-se o Índice DAI para examinar (examinador e anotador únicos treinados e calibrados) 919 alunos, provenientes de amostragem complexa (conglomerados), representativa para o município. Foram utilizadas medidas descritivas, de frequência, análise bivariada e análise multivariada (regressão logística). Os resultados demonstraram uma prevalência de 53%, sendo 10,1% muito severa/incapacitante; 17,2% severa e 25,7% defi
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