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Open AccessDissertation10.47749/t/unicamp.1999.175709

Estudo da cinetica de desidratação por imersão e secagem de tomate cereja (Lycopersicon esculentum var. cerasiforme)

TL;DRAbstract

Neste trabalho estudou-se a cinetica de secagem do tomate cereja (Lycopersicon esculentum varo cerasiforme) com e sem pre¬tratamento osmatico. Analisou-se o efeito do pre-tratamento, da temperatura e da velocidade do ar de secagem. A desidratacao osmatica foi feita com solucao de sal e uma mistura de sal e acucar nas concentracoes de 10 e 25%p/p, na temperatura ambiente. Analisou-se o efeito das variaveis concentracao e tipo de agente osmatico para escolher as melhores condicoes do pre-tratamento. Os dados experimentais das isotermas de dessorcao nas temperaturas de 50 e 70°C, com umidade relativa do ar variando de 10,75 a 81,20% para a fruta in natura e para a fruta desidratada osmoticamente, na temperatura de 50°C, variando de 11,10 a 81,20%, foram obtidos atraves de solucoes salinas saturadas. As curvas foram ajustadas pelos modelos de BET, GAB, Halsey e Oswin. As equacoes que representaram melhor ajuste aos dados experimentais foram a de GAB para a fruta in natura e a de Halsey par

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Neste trabalho estudou-se a cinetica de secagem do tomate cereja (Lycopersicon esculentum varo cerasiforme) com e sem pre¬tratamento osmatico. Analisou-se o efeito do pre-tratamento, da temperatura e da velocidade do ar de secagem. A desidratacao osmatica foi feita com solucao de sal e uma mistura de sal e acucar nas concentracoes de 10 e 25%p/p, na temperatura ambiente. Analisou-se o efeito das variaveis concentracao e tipo de agente osmatico para escolher as melhores condicoes do pre-tratamento. Os dados experimentais das isotermas de dessorcao nas temperaturas de 50 e 70°C, com umidade relativa do ar variando de 10,75 a 81,20% para a fruta in natura e para a fruta desidratada osmoticamente, na temperatura de 50°C, variando de 11,10 a 81,20%, foram obtidos atraves de solucoes salinas saturadas. As curvas foram ajustadas pelos modelos de BET, GAB, Halsey e Oswin. As equacoes que representaram melhor ajuste aos dados experimentais foram a de GAB para a fruta in natura e a de Halsey par

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