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Sonnenaufgang am Amazonas. Goethes Farbenlehre und die Brasilianische Moderne

Willi Bolle-2000-11-05-Pandaemonium Germanicum

TL;DRAbstract

Dois tableaux de la nature, duas descrições do nascer do sol no Amazonas, da autoria dos viajantes Carl Friedrich Philipp von Martius (1819) e Mário de Andrade (1927), são comentados à luz da teoria das cores de Goethe (1810). Enquanto o texto de Martius é tributário da tradição naturalista e romântica, Mário, uma das vozes das vanguardas do século XX, expressa uma nova estesia, numa conjunção de materialismo estético e antropológico. O objetivo deste estudo é examinar até que ponto o naturalista Martius, o poeta Mário e o cientista-poeta Goethe apresentam uma visão da natureza em que esta não seja dominada, mas reconhecida como parceira igual pela civilização.

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Dois tableaux de la nature, duas descrições do nascer do sol no Amazonas, da autoria dos viajantes Carl Friedrich Philipp von Martius (1819) e Mário de Andrade (1927), são comentados à luz da teoria das cores de Goethe (1810). Enquanto o texto de Martius é tributário da tradição naturalista e romântica, Mário, uma das vozes das vanguardas do século XX, expressa uma nova estesia, numa conjunção de materialismo estético e antropológico. O objetivo deste estudo é examinar até que ponto o naturalista Martius, o poeta Mário e o cientista-poeta Goethe apresentam uma visão da natureza em que esta não seja dominada, mas reconhecida como parceira igual pela civilização.

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